domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Ao Tempo
QUERO UM TEMPO PRA FALAR
A RESPEITO DE NÓS DOIS
QUANTA COISA QUERO LHE CONTAR
NÃO QUERO DEIXAR PRA DEPOIS
COM VOCÊ PUDE APRENDER
QUE A VIDA É FEITA PRA VIVER
ESTOU CANSADO DESTE LANCE DE SOFRER
O TEMPO VAI MUDAR
AS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR A DOR
QUANTA COISA EU FARIA SOMENTE POR VOCÊ
EU VOU À PÉ DAQUI À LUA
E VOCÊ NEM VAI PERCEBER
O SILÊNCIO ME FALOU
DESTE TEMPO QUE PASSOU
QUE O TEMPOPODE CONSERTAR
AQUILO QUE SE QUEBROU
O TEMPO VAI MUDAR AS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR A DOR
O TEMPO VAI MUDARAS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR
O SILÊNCIO ME FALOU
DESTE TEMPO QUE PASSOU
QUE O TEMPO PODE CONSERTAR
AQUILO SE QUEBROU
O TEMPO VAI MUDARAS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR A DOR
A RESPEITO DE NÓS DOIS
QUANTA COISA QUERO LHE CONTAR
NÃO QUERO DEIXAR PRA DEPOIS
COM VOCÊ PUDE APRENDER
QUE A VIDA É FEITA PRA VIVER
ESTOU CANSADO DESTE LANCE DE SOFRER
O TEMPO VAI MUDAR
AS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR A DOR
QUANTA COISA EU FARIA SOMENTE POR VOCÊ
EU VOU À PÉ DAQUI À LUA
E VOCÊ NEM VAI PERCEBER
O SILÊNCIO ME FALOU
DESTE TEMPO QUE PASSOU
QUE O TEMPOPODE CONSERTAR
AQUILO QUE SE QUEBROU
O TEMPO VAI MUDAR AS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR A DOR
O TEMPO VAI MUDARAS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR
O SILÊNCIO ME FALOU
DESTE TEMPO QUE PASSOU
QUE O TEMPO PODE CONSERTAR
AQUILO SE QUEBROU
O TEMPO VAI MUDARAS COISAS DE LUGAR
O TEMPO VAI CURAR A DOR
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Nunca imaginei que uma música do KLB pudesse expressar algo que eu estivesse sentindo. Mas sim, pode.
Acho que eu nunca tinha pensado por puro preconceito, então vamos a letra e só :
"Perdoa se estou te ligando
Amor, neste momento
Mas me fazia falta escutar de novo
Só por um instante, sua respiração
Desculpa, sei que estou quebrando nosso juramento
Sei que existe outro em seu pensamento
Mas meu coração pediu pra te dizer:
Que eu estou morrendo, morrendo por dentro
É tanta saudade, morando em meu peito
Vida, devolva minhas fantasias
Meu sonho de viver a vida
Devolva-me o ar
Sem teu carinho, meu mundo fica tão vazio
Os dias quentes são tão frios
E as noites me trazem a dor desse amor
Queria te dizer que hoje estou de bem com a vida
Que não senti nada com sua partida
Mas com um só dedo não se tapa o sol
Eu estou morrendo, morrendo por dentro
É tanta saudade, morando em meu peito
Vida, devolva minhas fantasias
Meu sonho de viver a vida
Devolva-me o ar
Sem teu carinho, meu mundo fica tão vazio
Os dias quentes são tão frios
E as noites me trazem a dor desse amor"
domingo, 23 de agosto de 2009
Tá Ruim Pra Disfarçar...
É...não adianta rasgar as fotos, esconder os presentes, não olhar nunca mais as cartas. Você sabe que tudo está lá e sabe que as lembranças não estão nos objetos que construíram a relação, mas sim, na sua memória. É uma comida que ela gostava, uma bebida que ela bebia, um gesto que ela fazia e pronto. Já está lá de novo.
Amor é uma Gestalt. É a parte pelo todo, literalmente. São os pedacinhos que fazem com que um belo dia você perceba que ama e o quanto ama aquele alguém e já não pode mais controlar. No entanto, meu amigo, fragmentos se descolam com o tempo e se não vigiarmos todos os dias com carinho, uma hora eles estão mais longe do que imaginamos e não tem mais como resgatar.
Foi assim que entendi que a tinha perdido. Quando já estávamos longe demais para juntar os nossos caquinhos. Quando nossas fotos já estavam amareladas pelo tempo ou espalhadas em pastas do computador que eu nunca mais tinha acessado, tinha simplesmente esquecido de revelá-las apesar do nome do diretório ser " fotos para fazer ". É esse simples esquecimento que vai mostrando a fenda a se abrir entre duas pessoas.
É cuidar sem cuidar-se , é amar sem se amar de volta. É tanto sentimento depositado no outro, que já não há mais sentimento para si próprio e quando a individualidade se perde, perde-se a cola que une os fragmentos.Perde-se a noção de um todo e volta a idéia de dois, duas pessoas compartilhando o mesmo espaço pois desaprenderam a fazer de outra forma.
Pois é, desaprendi. Desaprendi a me desapegar das coisas dela. De olhar para a praia e não nos ver mais alí. De ir ao mercado e não passar nas seções que só ela gostava.
Está tudo em minha memória enquanto os bilhetes, fotos e presentes me esperam espremidos nas gavetas acreditando que eles me trazem recordações que eu não quero ter.
Está tudo na memória...
Amor é uma Gestalt. É a parte pelo todo, literalmente. São os pedacinhos que fazem com que um belo dia você perceba que ama e o quanto ama aquele alguém e já não pode mais controlar. No entanto, meu amigo, fragmentos se descolam com o tempo e se não vigiarmos todos os dias com carinho, uma hora eles estão mais longe do que imaginamos e não tem mais como resgatar.
Foi assim que entendi que a tinha perdido. Quando já estávamos longe demais para juntar os nossos caquinhos. Quando nossas fotos já estavam amareladas pelo tempo ou espalhadas em pastas do computador que eu nunca mais tinha acessado, tinha simplesmente esquecido de revelá-las apesar do nome do diretório ser " fotos para fazer ". É esse simples esquecimento que vai mostrando a fenda a se abrir entre duas pessoas.
É cuidar sem cuidar-se , é amar sem se amar de volta. É tanto sentimento depositado no outro, que já não há mais sentimento para si próprio e quando a individualidade se perde, perde-se a cola que une os fragmentos.Perde-se a noção de um todo e volta a idéia de dois, duas pessoas compartilhando o mesmo espaço pois desaprenderam a fazer de outra forma.
Pois é, desaprendi. Desaprendi a me desapegar das coisas dela. De olhar para a praia e não nos ver mais alí. De ir ao mercado e não passar nas seções que só ela gostava.
Está tudo em minha memória enquanto os bilhetes, fotos e presentes me esperam espremidos nas gavetas acreditando que eles me trazem recordações que eu não quero ter.
Está tudo na memória...
terça-feira, 18 de agosto de 2009
You CAN'T Put The Blame On Me
Abri os olhos e foi como se eu estivesse nascendo novamente. Toda aquela luz ofuscando a minha pupila dilatada, todo aquele estrondo de vozes que não sei ao certo se eram mesmo pessoas falando ou se eu gritava dentro de mim.
Comecei a reparar o que estava ao meu redor, meio sem entender o que era o que. Só conseguia ver o entorno das coisas, minha cabeça latejava e o pensamento que vinha era somente que eu não tinha culpa. Não era minha a responsabilidade de tudo estar desmoronando.
A cada objeto identificado do meu quarto, a lembrança da sua voz me dizendo que ficaríamos juntos para sempre. Que seríamos felizes independente de qualquer coisa. Que nossa família seria linda e que sim, éramos feitos um pro outro.
Quanta besteira, eu pensei, no momento que consegui entender que o que estava a minha frente era uma televisão e avistei seu rosto no porta-retrato ao lado da cama. Senti vontade de chorar e voltar para o útero que me aconchegava minutos antes de eu acordar para a dura realidade do meu agora.
A culpa não era minha, realmente não era. Dei tudo que eu pude, fiz o meu melhor e mesmo assim me sentia culpado. Culpado por abrir os olhos, por deixar a luz entrar. Por te olhar como nunca tinha visto e deixar que isso me ferisse mais uma vez, já que a realidade era muito pior do que a verdade que eu havia inventado.
Dura dor de nascer para o novo...
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Sinto dor: Estou viva
É quando a lágrima está sempre presente. É quando o inacreditável deixa de ser tão impossível assim e enxergar a verdade dói.
'(...) e a gente esquece sabendo que está esquecendo.'
Mas esse saber é tão ruim, bate em questões ainda mal resolvidas, doloridas, desgastadas pelo tempo. Corroídas de mentiras e pseudo-verdades que contruímos quando não queremos ver o que está ao nosso redor.
e aí eu "Penso, com mágoa, que o relacionamento da gente sempre foi unilateral..." e encontro nos livros tudo o que não consigo dizer, tudo o que está sufocado e que cada vez que olho para simples, simples coisas, desperta em mim uma voracidade dolorosa, uma angustia torturante, que grita dentro de mim e a lágrima? Ela sai...uma a uma enfileirada...tentando extravazar o que tanto dói no peito.
"E amar muito, quando é permitido, deveria modificar uma vida..."
Modificou...modificou tanto que já não me acho. Perco-me por entre os momentos que você começou a existir. Não os quero, quero meus momentos de solidão alegres, de sorrisos largos de mim para mim.
"Repito sempre: sossega, sossega - o amor não é para o teu bico."
'(...) e a gente esquece sabendo que está esquecendo.'
Mas esse saber é tão ruim, bate em questões ainda mal resolvidas, doloridas, desgastadas pelo tempo. Corroídas de mentiras e pseudo-verdades que contruímos quando não queremos ver o que está ao nosso redor.
e aí eu "Penso, com mágoa, que o relacionamento da gente sempre foi unilateral..." e encontro nos livros tudo o que não consigo dizer, tudo o que está sufocado e que cada vez que olho para simples, simples coisas, desperta em mim uma voracidade dolorosa, uma angustia torturante, que grita dentro de mim e a lágrima? Ela sai...uma a uma enfileirada...tentando extravazar o que tanto dói no peito.
"E amar muito, quando é permitido, deveria modificar uma vida..."
Modificou...modificou tanto que já não me acho. Perco-me por entre os momentos que você começou a existir. Não os quero, quero meus momentos de solidão alegres, de sorrisos largos de mim para mim.
"Repito sempre: sossega, sossega - o amor não é para o teu bico."
Começando um espaço para jogar pensamentos
E assim começa mais um espaço cibernético que eu ainda não sei bem o que fazer com ele. Se vou atualizá-lo sempre, ou não. Se vou escrever bonito, ou não. Muitas coisas, ou não, eu sei.
Mas vamos tentar por em palavras aqui, nesse primeiro post, algum sentimento perdido, ou não, só para não perder o hábito que talvez eu encontre em meio a tantas coisas jogadas dentro da imensidão do meu ser.
Já li várias vezes em meio as minhas leituras de CF. que o amor não existe ou o amor não é para ti, desiste.
Sim, o amor existe em todas as partes. Em dragões, salamandras, duendes, fadas, animais e até mesmo pessoas. Ele está lá pelo simples fato da existência de cada ser que cerca o mundo que construímos.
A partir do momento que a fantasia existe, o amor existe. Ele nasce junto com a nossa capacidade de entender que uma bola se chama bola, uma mesa se chama mesa, papai se chama papai e mamãe, é, mamãe é a mamãe para todo o sempre.
Ao denominar o nome das coisas, denominamos o amor. Damos vida a esse sentimento que nos cerca de diversas formas por toda a eternidade nascendo de um simples olhar, um gesto, um sorriso e ficando eternizado até o momento em que não existimos mais.
Mas vamos tentar por em palavras aqui, nesse primeiro post, algum sentimento perdido, ou não, só para não perder o hábito que talvez eu encontre em meio a tantas coisas jogadas dentro da imensidão do meu ser.
Já li várias vezes em meio as minhas leituras de CF. que o amor não existe ou o amor não é para ti, desiste.
Sim, o amor existe em todas as partes. Em dragões, salamandras, duendes, fadas, animais e até mesmo pessoas. Ele está lá pelo simples fato da existência de cada ser que cerca o mundo que construímos.
A partir do momento que a fantasia existe, o amor existe. Ele nasce junto com a nossa capacidade de entender que uma bola se chama bola, uma mesa se chama mesa, papai se chama papai e mamãe, é, mamãe é a mamãe para todo o sempre.
Ao denominar o nome das coisas, denominamos o amor. Damos vida a esse sentimento que nos cerca de diversas formas por toda a eternidade nascendo de um simples olhar, um gesto, um sorriso e ficando eternizado até o momento em que não existimos mais.
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